Trecho do documentário "O poder dos Raios", do National Geographic, sobre o fenômeno elétrico chamado "Raio Bola", que é comumente confundido com fenômenos ufológicos.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Raios Bola e Ufologia
Postado por Ferrara às 15:38 0 comentários
Isaac Newton
Ao demonstrar a consistência que havia entre o sistema por si idealizado e as leis de Kepler do movimento dos planetas, foi o primeiro a demonstrar que o movimento de objetos, tanto na Terra como em outros corpos celestes, são governados pelo mesmo conjunto de leis naturais. O poder unificador e profético de suas leis era centrado na revolução científica, no avanço do heliocentrismo e na difundida noção de que a investigação racional pode revelar o funcionamento mais intrínseco da natureza.
Em uma pesquisa promovida pela renomada instituição Royal Society, Newton foi considerado o cientista que causou maior impacto na história da ciência[2].
De personalidade sóbria, fechada e solitária, para ele, a função da ciência era descobrir leis universais e enunciá-las de forma precisa e racional.
Newton (1689), retratado pelo pintor Godfrey Kneller.
Newton nasceu em Woolsthorpe, poucas semanas depois da morte do seu pai, provavelmente em outubro de 1642. Sua mãe, Hannah Ayscough Newton, passou, então, a administrar a propriedade rural da família. A situação financeira era estável, e a fazenda garantia um bom rendimento.
Ainda bebê, foi levado para Woolsthorpe, onde foi criado por seus avós, já que sua mãe havia casado-se novamente com um pastor, de nome Barnabas Smith.
Tudo leva a crer que o jovem Isaac Newton teve uma infância muito triste e bastante solitária, pois laços afetivos entre ele e seus tios, primos, irmãos e até mesmo os avós não são encontrados como algo verdadeiro.
Um ser de personalidade fechada, introspectiva e de temperamento difícil: assim era Newton, que, embora vivesse em uma época em que a tradição dizia que os homens cuidariam dos negócios de toda a família, nunca demonstrou habilidade ou interesse para esses tipos de trabalho. Por outro lado, pensa-se que ele passava horas e horas sozinho, observando as coisas e construindo objetos.
Parece que o único romance de que se tem notícia na vida de Newton tenha ocorrido com uma certa senhorita Storer, embora isso não seja comprovado.
Newton e os primeiros passos na escola
Newton estudou no Trinity College de Cambridge, tendo-se graduado em 1665. Um dos principais precursores do Iluminismo, seu trabalho científico sofreu forte influência de seu professor e orientador Barrow (desde 1663), e de Schooten, Viète, John Wallis, Descartes, dos trabalhos de Fermat sobre retas tangentes a curvas; de Cavalieri, das concepções de Galileu Galilei e Johannes Kepler.
Em 1663, formulou o teorema hoje conhecido como Binômio de Newton. Fez suas primeiras hipóteses sobre gravitação universal e escreveu sobre séries infinitas e o que chamou de teoria das fluxões (1665), o embrião do Cálculo Diferencial e Integral. Por causa da peste negra, o Trinity College foi fechado em 1666 e o cientista foi para casa de sua mãe em Woolsthorpe. Foi neste ano de retiro que construiu quatro de suas principais descobertas: o Teorema Binomial, o cálculo, a Lei da Gravitação Universal e a natureza das cores. Construiu o primeiro telescópio de reflexão em 1668, e foi quem primeiro observou o espectro visível que se pode obter pela decomposição da luz solar ao incidir sobre uma das faces de um prisma triangular transparente (ou outro meio de refração ou de difração), atravessando-o e projetando-se sobre um meio ou um anteparo branco, fenômeno este conhecido como Dispersão Luminosa. Optou, então, pela teoria corpuscular de propagação da luz, enunciando-a em (1675) e contrariando a teoria ondulatória de Huygens.
Tornou-se professor de matemática em Cambridge (1669) e entrou para a Royal Society (1672). Sua principal obra foi a publicação Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios matemáticos da filosofia natural - 1687), em três volumes, na qual enunciou a lei da gravitação universal (Vol. 3), generalizando e ampliando as constatações de Kepler, e resumiu suas descobertas, principalmente o cálculo. Essa obra tratou essencialmente sobre física, astronomia e mecânica (leis dos movimentos, movimentos de corpos em meios resistentes, vibrações isotérmicas, velocidade do som, densidade do ar, queda dos corpos na atmosfera, pressão atmosférica, etc).
De 1687 a 1690 foi membro do Parlamento Britânico, em representação da Universidade de Cambridge. Em 1696 foi nomeado Warden of the Mint e em 1701 Master of the Mint, dois cargos burocráticos da casa da moeda britânica. Foi eleito sócio estrangeiro da Académie des Sciences em 1699 e tornou-se presidente da Royal Society em 1703. Publicou, em Cambridge, Arithmetica universalis (1707), uma espécie de livro-texto sobre identidades matemáticas, análise e geometria, possivelmente escrito muitos anos antes (talvez em 1673).
Óptica
Entre 1670 e 1672 trabalhou intensamente em problemas relacionados com a óptica e a natureza da luz. Newton demonstrou, de forma clara e precisa, que a luz branca é formada por uma banda de cores (roxo, laranja, amarelo, verde azul e violeta) que podiam separar-se por meio de um prisma.
Como resultado de muito estudo, concluiu que qualquer telescópio refrator sofreria de uma aberração hoje denominada aberração cromática, que consiste na dispersão da luz em diferentes cores ao atravessar uma lente. Para evitar esse problema, Newton construiu um telescópio refletor (conhecido como telescópio newtoniano).
Isaac Newton acreditava que existiam outros tipos de forças entre partículas, conforme diz na obra Principia. Essas partículas, capazes de agir à distância, agiam de maneira análoga à força gravitacional entre os corpos celestes. [4]
Em 1704, Isaac Newton escreveu a sua obra mais importante sobre a óptica, chamada Opticks, na qual expõe suas teorias anteriores e a natureza corpuscular da luz, assim como um estudo detalhado sobre fenômenos como refração, reflexão e dispersão da luz.
Lei da gravitação universal
Bernard Cohen
Com uma simples lei, Newton explicou os fenômenos físicos mais importantes do universo observado, ensinando as três leis de Kepler. A lei da gravitação universal descoberta por Isaac se escreve assim:
Legenda do cálculo: o F é a força; G é uma constante que determina a intensidade da força e que seria medida anos mais tarde por Henry Cavendish; M 1 e M2 são as massas dos corpos que se atraem entre si; e R é a distância entre os dois corpos, sendo o vetor unitário que indica a direção do movimento.
A descoberta da lei da gravitação universal se deu em 1685 como resultado de uma série de estudos e trabalhos iniciados muito antes. Em 1679, Robert Hooke comunicou-se, por meio de cartas com Newton e os assuntos eram sempre científicos.
A obra Principia, de Newton.
A gravitação universal é muito mais do que uma força relacionada ao Sol. É também um efeito dos planetas sobre o Sol e sobre todos os objetos do universo. Newton explicou facilmente a partir de sua Terceira Lei da Dinâmica que, se um objeto atrai um segundo objeto, este segundo também pode atrair o primeiro com a mesma força. Concluiu-se que o movimento dos corpos celestes não podiam ser regulares.
Para o célebre cientista, que era bastante religioso, a estabilidade das órbitas dos planetas implicava em reajustes contínuos sobre suas trajetórias impostas pelo poder divino.
Uma macieira, em homenagem à história popular sobre a maçã de Newton - Botanic Gardens em Cambridge.
A queda da maçã, a dúvida e Newton
A pergunta não era se a gravidade existia, mas se se estenderia tão longe da Terra que poderia também ser a força que prende a Lua à sua órbita. Newton mostrou que se a força diminuísse com o quadrado inverso da distância, poderia então calcular corretamente o período orbital da Lua. Ele supôs ainda que a mesma força seria responsável pelo movimento orbital de outros corpos, criando assim o conceito de “gravitação universal”.
O escritor contemporâneo William Stukeley e o poeta Voltaire foram duas personalidades que citaram a tal maçã de Newton em alguns de seus textos.
As três Leis de Newton (Dinâmica)
A primeira lei e a segunda lei de Newton, escritas em latim, na edição original, de 1687.
Isaac Newton publicou estas leis em 1687, no seu trabalho de três volumes intitulado Philosophiae Naturalis Principia Mathematica.
As leis explicavam vários comportamentos relativos ao movimento de objetos físicos e foi um extenso trabalho no qual ele dedicou-se.
A forma original na qual as leis foram escritas é a seguinte:
Lex I: Corpus omne perseverare in statu suo quiescendi vel movendi uniformiter in directum, nisi quatenus a viribus impressis cogitur statum illum mutare. (Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele.)
Lex II: Mutationem motis proportionalem esse vi motrici impressae, etfieri secundum lineam rectam qua vis illa imprimitur. (A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é imprimida.)
Lex III: Actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: sine corporum duorum actiones in se mutuo semper esse aequales et in partes contrarias dirigi. (A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas.)
Alquimia
"Newton," segundo William Blake; aqui, Newton é retratado como um geometer divino
Newton dedicou muitos de seus esforços aos estudos da alquimia. Escreveu muito sobre esse tema, fato que soube-se muito tarde, já que a alquimia era totalmente ilegal naquela época.
O seu primeiro contato com caminhos da alquimia foi através de Isaac Barrow e Henry More, intelectuais de Cambridge. Em 1669 escreveu dois trabalhos sobre a alquimia, Theatrum Chemicum e The Vegetation of Metals.
Outras publicações foram feitas por Newton sobre a alquimia. Todas profundamente importantes.
Newton foi profundamente religioso em toda a sua vida. Algumas fontes dizem que dedicou mais tempo ao estudo da Bíblia do que da própria ciência, escrevendo mais de 1.400.000 palavras sobre teologia.
Newton era arianista e acreditava em um único Deus, Deus Pai. Newton começara a relacionar seus próprios estudos e buscas teológicos com os de alquimia e acreditava que Moisés havia sido um alquimista.
Tinha uma ideologia anti-trinitária e isso lhe causou problemas, já que estudou na Trinity College onde estava obrigado a sustentar a doutrina da Trindade.
Iniciou uma série de correspondências com o filósofo John Locke. Newton teve a confiança de confessar suas opiniões a respeito da Santíssima Trindade e Locke lhe incentivou a continuar com seus manuscritos teológicos. Entre suas obras teológicas, destacam-se An Historical Account of Two Notable Corruption of Scriptures, Chronology of Ancient Kingdoms Atended e Observations upon the Prophecies.
Um fato ainda interessante é que Newton realizou diversos cálculos sobre o Juízo Final, chegando à conclusão de que este seria no ano 2060. (veja a seção chamada "o apocalipse, segundo Newton", mais abaixo).
A Religião e Newton
Sepultura do Newton na abadia de Westminster.
Como pôde-se ver na seção anterior, Newton tinha em si um nível muito alto de interesse em relação à religião. Prova disto é que em sua vida toda escreveu mais sobre religiosidade do que sobre Ciência.
O descobridor da Lei gravitacional teve uma aproximação com um clérigo, o seu próprio padrasto Barnabas Smith, que possuía bacharelado em Oxford. Portanto, não há dúvida de que Newton possuía uma extensa biblioteca de teologia e filosofia a seu dispor.
Esses livros, que possuíam desde estudos de línguas até todos os tipos de literatura clássica e até bíblica, com certeza devem ter alimentado seu espírito para abstração.
Uma coincidência com Kepler, é o fato de Isaac ter sido considerado como "religiosíssimo" por alguns biógrafos, e na realidade freqüentava de forma regular serviços religiosos da capela anglicana local.
Como arianista, recusava o dogma da Santíssima Trindade e essa recusa era duramente combatida pela Igreja anglicana.
Quanto à Inquisição, as descobertas de Newton na área da Física não conflitaram, em momento algum, os escritos bíblicos e então ele não enfrentou nenhum tipo de problema com a Igreja anglicana da ilha velha Albion. Seus antecessores, como Copérnico, Galileu e até mesmo Kepler, haviam se complicado seriamente com os dogmas da Igreja.
Um profundo estudioso das Escrituras Sagradas, dominava o conhecimento de línguas clássicas e conseguiu ler versões do Novo Testamento em textos próprios originais. Foi disso que possuía certeza do falso dogma da Trindade, que, segundo ele, veio de traduções imperfeitas ou adulteradas ao longo dos tempos.
Adquirido uma grande fama como cientista, Newton foi influenciado pela Política e acabou não se ordenando clérigo, entretanto permaneceu fiel à sua crença arianista até o fim de sua vida, embora tenha comportado-se como um bom cristão anglicano e atendendo serviçoes na capela do Trinity e mais tarde, em Londres.
Algumas das coisas que ele acreditava, era o tempo, sempre igual para todos os instantes e os seis mil (6.000) anos de existência que a Bíblia dá à Terra. E considerava que a Mecânica celeste era governada pela gravitação universal e, principalmente, por Deus que, segundo uma frase do próprio cientista em questão: "É um Ser que tudo sabe, e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta".
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Quem somos nós?
Boa noite!
Eu já havia assistido a esse documentário antes e gostei muito da experiência, porque não é simplesmente um documentário e sim um "gerador de idéias" sobre tudo que nos cerca, Trata-se do que você sabe sobre a realidade, o que você acha que sabe e o que na verdade você não sabe e pensa que sabe. O documentário envolve a participação de vários brilhantes cientistas, desde físicos até psicólogos, visionários e engenheiros, cosmólogos e filósofos. "Tentando" explicar o que é a realidade com o auxílio da Física Quântica, "Quem somos nós?" é um convite ao questionamento do que entendemos sobre tudo que nos cerca.
Tendo passado por essa experiência, resolvi então passar adiante, colocando aqui o link para baixar o filme completo e com legenda inclusa (no arquivo, não no filme.):
http://torrents.thepiratebay.org/hashtorrent/3407088.torrent/what_the_bleep_do_we_know_-_.3407088.TPB.torrent
Lembrando que o arquivo está em formato "torrent", para quem não sabe usar ainda estarei disponibilizando também um tutorial rápido abaixo:
- Tutorial -
1º- Baixe o uTorrent neste link http://baixaki.ig.com.br/download/µTorrent.htm
2º- Depois de instalado (não é difícil, é como instalar o eMule, mesmas configurações), abra o uTorrent e procure pelo arquivo torrent do filme que você salvou em seu computador.
3º- Depois de aberto o arquivo é só esperar até baixar totalmente, e na configuração do programa você também já deve ter configurado a pasta em que o arquivo depois de baixado será salvo.
4º- Depois de baixado o filme estára pronto para assistir, mas para assisti-lo com as legendas você deve baixar mais esse programinha que "roda" o filme com a legenda embutida: http://fileforum.betanews.com/download/VLC_VideoLAN_for_Windows/1034861925/1
5º- Depois de baixado e instalado o VLC, siga este sub-tutorial para rodar o filme com a legenda:
Depois que instalar o programa, execute-o.
Clique na aba "File" > Open File (ou simplesmente pressione Ctrl+F ou clique no primeiro botão do painel principal do programa) > Clique em "Browse" e selecione o arquivo do filme > Marque a caixa "Subtitle Options" > Clique em "Settings" > Na janela que se abriu, clique em "Browse" > Selecione o arquivo das legendas (termina em .srt) > Ok > Ok > Pronto.
E é só! Depois disso a única coisa que tenho para dizer é Bom Filme!
Postado por Ferrara às 21:55 0 comentários
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